Publicado em

Abegoaria apoia o Talento Nacional

Abegoaria apoia o Talento Nacional

Tal como o projeto Abegoaria nasceu no interior alentejano e hoje é um projeto nacional com projeção internacional, a humorista Ana Arrebentinha tem as suas origens na Amareleja, uma pequena vila no interior alentejano, mas o seu palco é já nacional.

COISAS DE MULHERES é o novo espetáculo da nova sensação do humor nacional, Ana Arrebentinha. São histórias da condição feminina na aparente vulgaridade do quotidiano de todas as mulheres num espetáculo hilariante e único. A primeira data é já no dia 6 de Fevereiro no estúdio Time Out em Lisboa.

Tal como o projeto Abegoaria nasceu no interior alentejano, a humorista Ana Arrebentinha tem as suas origens na Amareleja, uma pequena vila no interior alentejano. É nesta vila que encontramos a adega Piteira, e a origem das nossas marcas Piteira e José Piteira. Estes vinhos são criados pela sabedoria do mestre enólogo de vinhos de talha José Piteira.

O seu nome verdadeiro é Ana Campaniço. Natural da Amareleja, é a alentejana do momento. Foi ao pai que foi buscar a alcunha “Arrebentinha”, o qual era conhecido como “o Arrebenta parafusos por ser muito bruto e rebentar muitos parafusos na oficina onde trabalhava”.

A Ana Arrebentinha iniciou a sua carreira artística profissional em Janeiro de 2012 no Teatro com o encenador José Lobato. A participação no “Got Talent” (RTP) fez-lhe perceber que a comédia seria o caminho mais natural para o seu percurso artístico. Percebeu rapidamente que a “Ana Arrebentinha” era uma personagem e decidiu sair da sua “zona de conforto”. A sua energia em palco verdadeiramente contagiante e o seu talento, valeram-lhe já vários convites para diversos programas de televisão e para partilhar palcos com alguns dos maiores nomes da comédia nacional.

Ana é uma brilhante contadora de anedotas. A sua energia em palco é verdadeiramente contagiante.

Levanta-te e Ri

COISAS DE MULHERES é o seu novo espetáculo. São histórias da condição feminina na aparente vulgaridade do quotidiano de todas as mulheres num espetáculo hilariante e único.

Em cima de um palco são expostas todas as questões às quais nenhuma mulher é indiferente e das quais nenhum homem sai como inocente. As dietas, os filhos que existem ou não, as roupas, os casamentos, o sexo e muitos mais temas serão abordados de forma crítica e atípica.

“Coisas de Mulheres” é um monólogo intensamente humorístico na abordagem que faz ao universo feminino. Interpretado por Ana Arrebentinha, decerto levará a espectadora, e não menos o espectador, a rever-se nas situações relatadas, como quem ri ao espelho.

Coisas de Mulheres

A Abegoaria e as suas marcas de vinho Piteira, José Piteira, Abelharuco, Descobre e Vale de Fornos vão acompanhar os espetáculos da Ana Arrebentinha. As primeiras datas foram já divulgadas, com início dia 6 Fevereiro no estúdio Time Out em Lisboa.

Publicado em

Nasceu um Novo Ícone

Nasceu um Novo Ícone

Este vinho é feito com uvas das castas tradicionais da Margem Esquerda do Guadiana – Moreto, Trincadeira, Alfrocheiro e Alicante – provenientes de vinhas de sequeiro de pequenos viticultores. O ano de colheita foi bastante quente, mas as uvas estavam muito equilibradas e em óptimas condições sanitárias, originando um vinho aromático, sápido e com grande carácter. Pode ser guardado na garrafeira durante vários anos.

Nasceu um novo ícone no Alentejo e em Portugal. Um vinho de talha da sub-região granja-amareleja pelas mãos do enólogo José Piteira e pela iniciativa de Aníbal Coutinho. Este vinho pontuou 95 pontos com o mais famoso crítico de vinhos mundial – Robert Parker. Uma pontuação só atribuída a um grupo restrito de vinhos de elite a nível mundial. Fomos tentar saber com o mestre dos vinhos de talha, José Piteira, como se cria um vinho ícone de Portugal.

Robert Parker, o mais famoso crítico de vinhos a nível mundial, atribuiu 95 pontos em 100 ao Astronauta Vinho de talha 2016. Uma pontuação só conseguida por alguns dos melhores vinhos do mundo, a que ele próprio adjetiva de “terrific wines” (vinhos espetaculares).

Os vinhos de talha são por si só vinhos diferentes, vinhos distintos. Numa época em que os vinhos mundiais caminham para a standardização, numa lógica de vinhos fáceis e redondos. Os vinhos de talha são “vinhos à moda antiga, com maceração prolongada de 2 a 3 meses, pelo que o vinho vai buscar tudo às uvas e as uvas são um reflexo do terroir e das castas”. São vinhos mais rústicos, mais sóbrios, onde se sente a terra, com muita boca e muita estrutura. Quando jovens são discretos no nariz, mas com o tempo ganham aromas de cera, âmbar e mel nos brancos e compota e fruta muito madura nos tintos. A região da granja-amareleja é quente e seca, com terrenos difíceis. Só castas resilientes e com forte personalidade se adaptam a este terroir. O moreto, casta portuguesa tinta e rara, adaptou-se como nenhuma outra a esta região, ganhando características muito próprias e distintivas. Faz vinhos de cor rubi intenso e carregado, com grande estrutura e taninos amplamente presentes mas macios e redondos e com um final longo. Da mesma forma, a casta branca Diagalves, que praticamente habita em exclusividade nesta região, é uma casta que se adaptou perfeitamente às condições da região. É uma casta que trás uma frescura ao vinho, que combinada na perfeição com a casta roupeiro, mais melosa e com aromas de fruta branca madura, na criação de vinhos de talha brancos de superior qualidade. Os vinhos de talha de José Piteira têm uma assinatura comum e clara. São “vinhos de talha mais clássicos… mais simplista… mais fiéis ao que se fazia antigamente…mais perto da base do vinho de talha”. E é esta simplicidade e esta pureza que José Piteira acredita estar na base desta pontuação tão elevada alcançada pelo seu vinho de talha. Uma pontuação que só uma restrita elite de vinhos mundiais consegue alcançar. Este vinho, é assim, o reflexo da qualidade extraordinária da casta moreto da região da granja-amareleja, no Alentejo.

95 pontos Robert Parker. Uma pontuação só atribuída a um grupo restrito de vinhos de elite a nível mundial.

Abertura do Vinho de Talha

É este amor à preservação da tradição ancestral na criação de vinhos de talha, na simplicidade da sua conceção, sem deixar entrar grande tecnologia e mantendo uma baixa pegada ecológica, que está na base da criação da gama dos vinhos de talha do enólogo José Piteira. Vinhos de grande simplicidade que procuram a pureza do terroir e da fruta e se mostram com muita boca e muita estrutura.

José Piteira começou aos 12 anos a ajudar o seu padrinho, José Amante Baleiro, na atual adega piteira na Amareleja. Aqui aprendeu a fazer os vinhos de talha, aprimorando a sua técnica, lendo tudo o que havia disponível sobre a arte da produção de vinho. Até 1999 dedicou-se exclusivamente a esta técnica ancestral de produção de vinho. Em 2010 esta técnica foi finalmente certificada, e José Piteira é um dos poucos produtores com vinhos de talha certificados todos os anos desde o primeiro ano.  

Publicado em

Vidigueira Premium Premiado

Vidigueira Premium Premiado

Vidigueira Premium conquista medalha de prata num concurso de azeites ibéricos

Medalha de Prata para o Vidigueira Premium

Prova de azeites extra virgem ibéricos organizados pela Hostaleria Galega Gastronomia & Turismo, na sua edição de 2019, colocou em confronto azeites alentejanos, galegos e andaluzes. O nosso azeite Vidigueira Premium alcançou medalha de prata neste concurso atingindo uma pontuação de 421 pontos.

Publicado em

Quinta Vale de Fornos

Quinta Vale de Fornos

A Quinta de Vale de Fornos é um dos produtores de maior tradição na região vitivinícola do Tejo.

A Quinta de Vale de Fornos é um dos produtores de maior tradição na região vitivinícola do Tejo. Esteve na origem da formação da região, quando a mesma se constituiu como tal. Estando situada muito próxima da “fronteira” entre as regiões de Lisboa e do Tejo recebe, obviamente, influências das duas regiões, o que permite a originalidade do estilo dos seus vinhos, marcados por alguma decisiva influência atlântica e pelos verões quentes, que poderão mesmo estar na origem do seu nome.

A Adega centenária construída no século XVIII por D.ª Antónia Ferreira (Ferreirinha), para oferecer à sua filha, por altura do casamento desta com o 3º Conde da Azambuja, é composta pelos seus famosos lagares em pedra, onde ainda hoje é feita a vinificação de parte dos vinhos, usando o tradicional “Pisar da Uva”, mas também pela impressionante coleção de toneis.

Muito devido à sua orografia muito particular, onde as encostas de declive pronunciado convivem com algumas planícies, onde predominam solos argilo-calcários e alguns afloramentos arenito-calcários, numa riqueza de “terroirs” que permitem a elaboração de vinhos com características muito peculiares, sempre muito ricos.As suas vinhas integram uma panóplia de castas muito bem adaptadas a estes diversos “terroirs” onde pontificam castas autóctones e castas internacionais de renome como o Syrah e o Cabernet Sauvignon nos tintos ou o Chardonnay e o Gewurstraminer nos brancos. Não podemos esquecer que um dos vinhos mais icónicos desta quinta é precisamente um vinho da casta Cabernet Sauvignon, que está reconhecido como um dos melhores exemplares da casta em território nacional. Mas também existem algumas castas bem portuguesas como a Touriga Nacional, Castelão, Aragonês, Arinto, Verdelho ou o tradicional Fernão Pires, que encontraram em Vale de Fornos solos e condições edáfico-climáticas para exprimirem todo o seu potencial e integram hoje alguns dos melhores vinhos desta casa histórica.

A rica história da propriedade, por onde passaram algumas carismáticas figuras da história portuguesa, mas não só, tem também nos seus vinhos uma história de sucesso.

As tardes soalheiras durante o Verão e as noites frescas e húmidas são um dos segredos para a perfeição das maturações que se atingem em Vale de Fornos e que possibilitam a obtenção de vinhos de enorme frescura e excelente estrutura ácida, com grande aptidão para estágios prolongados nos tintos e enorme vivacidade, frescura e persistência dos brancos.

O património vitícola é constituído por algumas vinhas velhas com mais de 50 anos e outras mais jovens, estando a atual administração a plantar mais cerca de 20ha de novas vinhas, onde predominarão sobretudo castas autóctones, já estudadas e que decerto encontrarão em Vale de Fornos uma casa à sua altura.

A vinificação dos grandes tintos da casa processa-se ainda nos tradicionais lagares de pedra com séculos de existência e onde a pisa a pé se constitui como o melhor método para a extração dos taninos de forma suave mas duradoura, originando vinhos de enorme potencial para “viverem” muitos anos na garrafa, mercê do seu enorme equilibro ácido e tânico.

O estágio dos vinhos decorre na frescura da histórica adega da quinta, onde os lagares de pedra e os tonéis de grande capacidade convivem em perfeita harmonia com as barricas de carvalho francês das melhores tanoarias onde os tintos fazem o seu estágio antes de finalmente serem engarrafados.

Publicado em

Concursos Internacionais Premeiam os Nossos Vinhos

Concursos Internacionais Premeiam os Nossos Vinhos

Os nossos vinhos conquistaram este ano prémios nalguns dos mais reconhecidos concursos de vinhos internacionais: Decanter World Wine Awards e Concours Mondial de Bruxelles, arrecadando um total de 9 prémios e 4 menções honrosas em 2019.

Os vinhos Abegoaria reforçam o reconhecimento da crítica internacional este ano, contando com 9 prémios e 4 menções honrosas. De destacar as medalhas de Prata atribuídas ao Piteira Signature Tinto 2017 e ao Encostas de Lisboa Reserva Tinto 2017 pelo Concours Mondial de Bruxelles. O Piteira Signature Tinto 2017 conseguiu a proeza de ser premiado em ambos os concursos, Bronze no DWWA e Prata no CMB.

Os prémios alcançados em 2019 vêm reconhecer o trabalho desenvolvido pela Abegoaria na aposta da qualidade e autenticidade dos seus produtos, numa estratégia de reforço da sua posição nacional e incremento da sua projeção internacional.

Publicado em

Novo Abelharuco Colheita Selecionada

Novo Abelharuco Colheita Selecionada

Incorporando os melhores lotes da marca, o Abelharuco apresenta-se agora na categoria Colheita Selecionada demonstrando uma qualidade superior.

Os novos Abelharuco Colheita Selecionada 2018, vinho regional alentejano, branco e tinto, estão já disponíveis no mercado. Com um preço recomendado de venda ao público de €5,99, estes vinhos prometem continuar e reforçar o sucesso da colheita anterior. Tendo sido selecionados os melhores lotes da marca, o Abelharuco é agora disponibilizado na categoria Colheita Selecionada. A grande novidade, é o lançamento do branco da marca, também na categoria colheita selecionada, dando resposta ao maior consumo de brancos na época estival. Feito a partir das castas Verdelho, Antão Vaz e Arinto, este vinho apresenta-se de cor cítrica, com uma frescura aromática tropical e uma boca intensa e equilibrada.

Esta nova versão do Abelharuco sofreu ainda um ligeiro restyling, transmitindo uma imagem de superior qualidade conducente com a superior qualidade do vinho, mas mantendo a sua forte vocação comercial, destacando-se na prateleira e na mesa pela forte personalidade do seu rótulo e pelos apontamentos de cores intensas da época.

Convidamo-lo a reforçar a aposta nesta versão aumentada e melhorada da marca Abelharuco.